Actualizado ás 10:40
09 de maio do 2008

 

Día da Pátria
*Por Rosario Fernández Vello

O Dia da Pátria serve como um balanço de ano, um momento de análise do momento político e das linhas a seguir

É tam acaído como sempre o celebrarmo-nos o Dia da Pátria. Para mim segue a haver dous tipos de causas fundamentais: políticas e humanas. Políticas, porque aínda está pendente que a sociedade galega assuma plenamente o discurso nacionalista, polo que ainda temos que seguir reivindicando-o.

Mesmo as naçons normalizadas celebram sempre um dia nacional para manterem a coesom dos seus cidadaos. Com mais razom num caso como o da Galiza, onde ainda temos muito caminho por andar, a pesar de ter já dado passos significativos ao participarmos no governo galego.

Além disso, o Dia da Pátria serve como um balanço de ano, um momento de análise do momento político e das linhas a seguir, pondo-o em comum com o conjunto da militança, algo que é um exercício de democracia e de partilhamento de uns objectivos e umha estratégia comuns. Por outro lado é umha forma de visualizar o valor do nacionalismo, e de lembrar que há que contar co seu ideário à hora de gestionar todo o relacionado com a "res publica" na Galiza, além de outras reivindicaçons mais específicas como pode ser a da língua. Por último serve como lugar de encontro com forças doutros países sem estado através das delegaçons convidadas, trocando experiências.

E há ainda um segundo aspecto, as razons de tipo humano. O Dia da Pátria é o dia ideal para reencontrarmo-nos, muitas vezes velhos e velhas conhecidas ou para partilhar com aqueles que se achegam por primeira vez os ânimos e ilusom para continuar o nosso trabalho pola construçom nacional.

*Membro da Executiva Nacional de EN e do BNG pola Alternativa.


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